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quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

MWC 2016 - Nokia voltará ao mercado de smartphones e anuncia investimentos no 5G.


Além da LG e da Samsung, que anunciaram o G5 e os Galaxy S7 e S7 Edge, respectivamente, a Nokia realizou uma conferência pré-MWC neste domingo (21) na qual falou sobre seus planos para 2016. Muita gente esperava para a revelação de um novo smartphone totalmente desenvolvido pela companhia, após sua divisão mobile ter sido adquirida pela Microsoft em 2013. Contudo, isso não aconteceu. 

Só que a empresa sediada na Finlândia e pioneira na indústria de celulares não deixará esse mercado tão cedo. Pelo menos de acordo com Rajeev Suri, CEO da Nokia, que mesmo sem um cronograma definido, confirmou que a entidade voltará a vender telefones inteligentes no futuro. 

"Não temos uma previsão, e nem estamos com pressa. Isso pode acontecer em 2016, como também pode acontecer depois", disse o presidente executivo. Ele ainda reformou de que novos smartphones da Nokia só serão possíveis com a ajuda de "parceiros ideais". Na prática, isso significa que a Nokia não seria responsável pela fabricação dos aparelhos, se limitando a licenciar sua marca na produção desses dispositivos. 

Suri também reiterou que a companhia acredita ter potencial suficiente para causar impacto no mercado de smartphones, mas que não pretende assumir riscos que comprometam a qualidade de seus futuros produtos. "Queremos estar em uma posição onde podemos criar os aparelhos em questão e tomar as atitudes apropriadas caso eles não atinjam as expectativas", declarou. Por conta disso, o CEO sugeriu que a Nokia pode investir em dispositivos da categoria "premium", em vez de se focar em gadgets intermediários ou de baixo custo. "Acreditamos que este é um modelo de negócios rentável". 

Perguntado se a Nokia consideraria a Foxconn como uma de suas possíveis parceiras, Suri disse que ainda é muito cedo para saber. Vale lembrar que a fabricante chinesa, atual responsável pela fabricação dos iPhones, foi responsável pela produção do tablet N1, anunciado em novembro de 2014 e que roda uma versão do Android baseada no launcher Nokia Z. 

Internet das Coisas e 5G 


Embora o lançamento de um novo celular não tenha sido "a maior coisa que você já viu", prometida num teaser divulgado na última semana, a Nokia anunciou grandes novidades para o setor corporativo. Uma delas é a criação de um fundo de US$ 350 milhões para investir em Internet das Coisas (IoT, na sigla em inglês). O fundo será administrado pelo grupo Nokia Growth Partners e investirá primeiramente em empresas que desenvolvam tecnologias com base nesse conceito, incluindo produtos como carros conectados, saúde digital, big data e analytics.

Rajeev Suri, CEO da Nokia, durante conferência na MWC 2016. (Foto: Stephen Lawson/PC World)

Outra área de atuação da Nokia será na quinta geação de internet móvel. De acordo com Suri, é preciso começar desde já o desenvolvimento e ampliação da tecnologia pois ela será o motor da adoção da IoT no mundo todo. "Vamos aumentar drasticamente nossos investimentos em 5G neste ano e libertar o poder de nossa gigantesca máquina de inovação", destacou. A previsão do executivo é que as primeiras implementações comerciais já façam uso do 5G a partir de 2017. 

Para mostrar que está comprometida com a quinta geração, a Nokia anunciou o AirScale, um ecossistema de redes e que poderá justamente ser parte da rede móvel de dispositivos que operam na IoT. Ele é compatível com redes 2G, 3G, TDD-LTE, FDD-LTE, LTE Advanced, LTE Advanced Pro, e será com a 5G. Além disso, a novidade pode se adaptar às futuras frequências liberadas por órgãos reguladores em diferentes países e usa 60% menos energia que os equipamentos antigos, uma vez que toda a gestão é baseada em nuvem por meio de data centers com a solução Nokia Airframe. 

Também há uma variante dessa tecnologia, a chamada AirScale Wi-Fi, que agrega redes Wi-Fi às redes móveis do AirScale tradicional. As velocidades de acesso podem chegar até 1 Gbps, e o produto é voltado para empresas que prestam algum tipo de serviço móvel, mas que não possuem um espectro licenciado. 

O foco na quinta geração é fruto da fusão com a francesa Alcatel-Lucent, companhia especializada em telecomunicações e tecnologias de equipamentos de rede da qual a Nokia assumiu o controle no início deste ano por US$ 16,6 bilhões. Segundo o presidente executivo da finlandesa, o processo de fusão entre as duas empresas está acontecendo de forma eficiente, e que o grupo já oferece a seus clientes produtos do novo portfólio. Por fim, a Nokia também anunciou a aquisição da Nakina Systems, entidade canadense que desenvolve soluções de segurança em redes. O valor da transação não foi divulgado.

Fonte: CanalTech

sábado, 13 de fevereiro de 2016

CUIDADO! Existe um bug que pode estragar seu iPhone permanentemente.

O iOS sofre bem menos que o Android com ataques de malware por ser um sistema mais fechado e com menos possibilidades de modificação. Contudo, as mais improváveis falhas de segurança e pequenos bugs são encontrados com mais frequência na plataforma da Apple. O mais recente exemplo disso é o problema no calendário de iPhones com processadores 64-bit que consegue “estragar” aparelhos permanentemente.
Um usuário do Reddit publicou ontem no fórum um aviso explicando que mudar a data do calendário de iPhones com chips 64-bits (do iPhone 5s para cima) para 1º de janeiro de 1970 causa uma falha fatal no iOS. O dispositivo apresenta um erro e, quando reiniciado, se torna basicamente um peso de papel.
Ele não consegue passar da tela de inicialização e não há mais o que fazer. É como se você tivesse “brickado” um telefone Android com atualizações de ROM malfeitas. Por enquanto, o problema não tem qualquer solução de software, mas é possível que uma reparação em nível de hardware possa resolver a situação. Contudo, ainda não se tem conhecimento de nenhum procedimento para tal.

Possível ataque generalizado

Segundo a postagem no Reddit, todos os aparelhos com processadores Apple A7 ou superiores, tanto iPads quanto iPhones, estão suscetíveis a essa falha, que pode inclusive ser explorada por hackers.
Isso poderia acontecer pelo fato de o iOS, quando conectado a uma rede WiFi, sempre verificar através de um servidor NTP as informações mais atuais de data e hora. Um ajuste é feito automaticamente, e, caso algum invasor fraude um servidor dessa natureza em uma rede WiFi qualquer, é possível que todos os dispositivos iOS conectados sejam afetados. Ou seja, tome cuidado com redes públicas, pois você pode perder seu iPhone para uma falha boba como essa.

Sem previsões para correção

A Apple ainda não se manifestou sobre o assunto, mas se espera que uma atualização de software seja enviada para corrigir isso na primeira oportunidade possível. A empresa está preparando atualmente o iOS 9.3 para uma liberação que deve acontecer em breve, e esse pacote pode trazer uma solução. Até lá, é torcer para não ter problemas com isso.
Obs.: não tente mudar a data do seu iPhone para 01/01/1970 propositalmente para testar essa possível falha. Ainda não há qualquer previsão de quando a Apple poderá resolver essa dificuldade.
Fonte: TECMUNDO

sábado, 30 de janeiro de 2016

iPhone 6s ou Galaxy S6: qual é a melhor opção? Veja o comparativo.

Nenhuma disputa na indústria de celulares é tão acirrada e até mesmo virulenta quanto a rivalidade entre Samsung e Apple. Galaxy contra iPhone. Android versus iOS. São as duas marcas de smartphones mais vendidas no planeta. A disputa se estende tanto entre as empresas quanto entre os usuários, que não se contentam apenas em defender o seu lado; eles frequentemente atacam o outro também.
A briga mais recente é o Galaxy S6 contra o iPhone 6s, os dois tops de linha de ambas as empresas. Qual deles é o melhor? É o que vamos descobrir:
Desempenho

Reprodução 

Como dissemos no comparativo do iPhone 6s contra o Xperia Z5, é muito difícil comparar sistemas diferentes, com base em componentes diferentes com arquiteturas diferentes. Por isso, não é possível olhar e dizer “este é dual-core e é inferior a este octa-core”, ou algo similar.
É preciso recorrer a testes de desempenho, os famosos benchmarks, que são, até hoje, a maneira mais justa de avaliar a diferença entre dois aparelhos distintos. Neste quesito, o teste mais popular é o AnTuTu, que avalia vários critérios de desempenho e dá uma pontuação ao final. Aí basta comparar a pontuação de ambos.
Aí, infelizmente para os fãs do Android e da Samsung, não tem para ninguém. O AnTuTu classifica o iPhone 6s (e o Plus) como o aparelho mais rápido do ano passado, com pontuação de mais de 130 mil, contra cerca de 70 mil das duas variações do S6.
A vitória é do iPhone 6s.
Câmera
Reprodução 

Outra disputa acirrada, já que se tratam de duas das melhores câmeras de celular do ano passado. A Samsung aposta em um sensor traseiro de 16 megapixels com abertura de f/1.9 na câmera traseira com estabilização óptica de imagem e câmera frontal de 5 megapixels. Enquanto isso, a Apple conta com uma câmera traseira de 12 megapixels com uma abertura f/2.2 sem estabilização óptica; a câmera frontal também era de 5 megapixels.
Falando em números, a diferença pesa a favor da Samsung, mas a diferença não é tão grande na vida real. Ambas as câmeras se saem muito bem e são, não por acaso, duas das melhores do ano.
De qualquer forma, mesmo que a diferença não seja grande, ela existe. E ela é favorável ao S6, conforme demonstra o site DxOMark, a principal referência em câmeras (tanto as comuns quanto as de celular). O ranking coloca o S6 como a melhor câmera do ano, junto do Xperia Z5. O iPhone 6s aparece atrás de outros modelos Android (LG G4, Nexus 6P, Moto X Force e Moto X Style) e também do iPhone 6s Plus, que tem estabilização óptica, enquanto a versão menor não tem.
Assim, a vitória é do Galaxy S6.
Software
Reprodução 

Em uma disputa entre Android contra iOS, nós normalmente daríamos um empate. Mas esta não é uma disputa entre Android e iOS. Esta comparação é entre a TouchWiz e o iOS, e aí a Samsung sai em desvantagem.
A TouchWiz é a customização do Android utilizada nos aparelhos Samsung. Ela é notavelmente conhecida por ser mais pesada, propensa a travamentos e por ser mais confusa e poluída do que a versão limpa do sistema, idealizada pelo Google.
A competição com o iOS fica desbalanceada. O software da Apple pode ter suas restrições em comparação com a liberdade que o Android proporciona, mas ainda assim é um sistema redondo, otimizado para o hardware que o sustenta, possibilitando um excelente desempenho.
O iPhone 6s é, desta forma, o vencedor.
Tela
Reprodução 

Nesta categoria, é a vez da Apple de ficar incontestavelmente para trás. Apesar de o display do iPhone 6s não ser ruim, exibindo cores com bastante fidelidade, ele ainda usa um painel LCD de 4,7 polegadas com resolução de apenas 720p (1280x720), ficando bem atrás da “apelação” que é a tela do Galaxy S6.
A Samsung, por sua vez, não poupa recursos e incluiu uma tela 2K (2560x1440) no seu painel AMOLED de 5,2 polegadas, que é uma tecnologia mais avançada do que o LCD e tende a ser mais econômica em bateria também. São quatro vezes mais pixels concentrados na tela do S6 do que na tela do iPhone 6s.
Você pode questionar, no entanto, se realmente são necessários tantos pixels em um painel tão pequeno e o seu questionamento teria mérito. Há discussões sérias sobre o assunto, de que a diferença é imperceptível entre 1080p e 1440p em uma tela de 5 polegadas e que isso só seria notável em telas muito maiores. Além disso, quanto mais pixels, maior é o consumo de bateria.
Apesar desta discussão se realmente precisamos de tantos pixels, ainda não dá para comparar a qualidade da tela de um com o outro.
Vitória do Galaxy S6.
Preço
Aqui não tem comparação. O Galaxy S6, apesar de ter sido lançado com um preço alto, na casa dos R$ 3 mil, já se desvalorizou demais, e pode ser comprado por R$ 2 mil. O iPhone 6s, por sua vez, foi lançado pelo preço mínimo de R$ 4 mil. Ele ainda não caiu de preço o bastante desde o lançamento para fazer frente.
Por custar quase metade do concorrente, a vitória é do Galaxy S6.
Conclusão
Trata-se de uma disputa bastante parelha, como pudemos observar. Em critérios técnicos, houve um empate, com dois pontos favoráveis a cada aparelho no comparativo. No entanto, não é possível deixar de observar o quinto critério, que nada tem a ver com qualidade técnica: o preço.
Se os aparelhos são tão parecidos entre si, mas um custa a metade do outro, a recomendação não pode ser outra. O Galaxy S6 tem o melhor custo-benefício indiscutivelmente.

Dito isso, não temos a ilusão de transformar fãs do iOS e do iPhone em fãs de aparelhos Android. O iPhone segue sendo a melhor opção para quem não abre mão do iOS, porque, afinal de contas, não há outra. 

Fonte: OlharDigital

sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

Apple lança publicamente segundo beta do iOS 9.3


A Apple lançou há exatos dois dias o segundo beta do iOS 9.3, que até então estava disponível apenas para desenvolvedores cadastrados no sistema da empresa. Mas, como tem feito ultimamente, a empresa já liberou o download da atualização também para usuários tradicionais cadastrados no programa de Beta Público, o que definitivamente é algo positivo tanto para a companhia quanto para os usuários que testam as novidades e encontram problemas de funcionamento antes do lançamento oficial.
A chegada do iOS 9.3 vem sendo cada vez mais aguardada pelos usuários, ainda mais porque a Apple disponibiliza uma página especial com as novidades do software. Dentre as principais novidades, a Apple trouxe para esta nova versão recursos como o Night Shift, senhas com Touch ID para o aplicativo Notas, mais personalização para o aplicativo News, melhorias no app Health, Carplay e alguns novos recursos para a Educação.
Dentre os principais recursos do iOS 9.3, a Apple vem trabalhando para popularizar o uso do Night Shift, ou Modo Noturno, em português. Este modo faz com que o uso do iPhone seja menos prejudicial durante a noite pois deixa apenas os tons mais quentes, que são mais agradáveis aos olhos.
Pra quem é usuário de iPhone, iPad ou iPod touch e está ansioso pela chegada do iOS 9.3, saiba que a Apple ainda não divulgou nenhuma data específica para o lançamento da nova versão, embora seja especulado que ela só seja liberada depois de março.;
Fonte: TudoCelular

quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

Apple anuncia recall de tomada de carregadores no Brasil.

Consumidor segura um iPhone 6: em casos raros, os carregadores de dois pinos podem quebrar e criar risco de choque elétrico quando tocados


A Apple anunciou nesta quinta-feira um recall voluntário de tomadas de carregadores de aparelhos da marca desenhados para uso em Argentina, Austrália, Brasil, Europa Continental, Nova Zelândia e Coreia do Sul.

Em casos raros, os carregadores de dois pinos podem quebrar e criar risco de choque elétrico quando tocados.

O recall envolve carregadores de aparelhos Mac e iOS produzidos entre 2003 e 2015 e também inclui o kit Apple World Travel Adapter.

Segundo comunicado da Apple, a empresa está ciente de 12 incidentes envolvendo os carregadores no mundo.

O recall não afeta qualquer carregadores de produtos da Apple desenhados para Canadá, China, Hong Kong, Japão, Reino Unido, Estados Unidos ou qualquer adaptador da Apple para USB.

A empresa está pedindo que os consumidores parem de usar os carregadores afetados.

Os clientes devem acessar o site da empresa para obter detalhes sobre como trocar os carregadores.

Fonte: EXAME


quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

Teclado da Microsoft para iPhone terá diferencial para utilização com uma mão.

Apple e Microsoft sempre foram grandes concorrentes. Apesar da rivalidade, as empresas tem adotado uma estratégia mais colaborativa, ainda que seja discreta. Recentemente, a Apple convidou a Microsoft para apresentar seus aplicativos durante o lançamento do iPad Pro. Enquanto isso, a empresa de Redmond tem levado cada vez mais serviços a plataforma iOS. Esse é o caso do teclado do Windows Phone, que deve chegar em breve ao sistema móvel da Apple. 


Algumas imagens da versão beta do teclado revelam que ele será da mesma maneira que no Windows 10. A diferença, no entanto, é que a Microsoft irá incluir um modo que permite utilizar o teclado com apenas uma mão (one-handed) de uma maneira diferente do que os usuários do Windows estão acostumados. Neste modo, o teclado é dividido em um semi-círculo na parte inferior da tela. No caso do Windows, o teclado apenas se adaptava ao canto da tela, sem o design circular.


O novo design é interessante e também chama a atenção o fato de ser diferente da versão para Windows 10. Futuramente, porém, a Microsoft pode integrar este novo modelo aos dispositivos que utilizam o seu sistema operacional móvel. 

Além deste novo recurso, que está sendo testado internamente pela empresa, o teclado também incluirá o Word Flow, sistema preditivo da Microsoft que faz com que o app aprenda de acordo com a digitação do usuário, tornando essa atividade mais fácil e rápida. Sugestões de palavras, correções e emojis também estarão disponíveis na barra do Word Flow que fica logo acima das letras do teclado, assim como no Windows.

Fonte: CanalTech




Por que o iPhone e a China preocupam a Apple.


  • Mike Segar/Reuters
Os investidores da Apple estão assustados: embora 2015 tenha sido um ano vigoroso, algo peculiar aconteceu neste mês: o preço da ação da Apple caiu para menos de US$ 100 (R$ 410) pela primeira vez desde outubro de 2014.
Há muitos rumores no ar, mas é nesta terça-feira que realmente saberemos se 2016 será um ano difícil para a gigante da tecnologia - é nesta terça que devem ser divulgados dados de seu desempenho recente e expectativas para os próximos meses.
É nesse momento que a companhia apresenta suas preocupações, os problemas que mantêm seus executivos acordados à noite (ou ao menos estressados nas salas de reuniões).
Investidores aflitos temem que a Apple diga o seguinte: pela primeira vez, as vendas do iPhone estão caindo.
Sim, caindo. As vendas do iPhone.

A busca por novos negócios

De acordo com os últimos números revelados pela Apple - que são de outubro -, as vendas do iPhone são responsáveis por 63% de todo o faturamento da empresa. E partir dele, aliás, é que as pessoas compram apps, assinam o serviço de streaming de música Apple Music e fazem uma série de coisas que também impactam na saúde financeira da empresa.
Os outros produtos da companhia nem chegam perto disso. A família Mac, de computadores e notebooks, se saiu bem diante de um grande declínio vivido pela indústria da qual faz parte - mas representa apenas 13%.
Já o grupo iPad é responsável por 8% - embora deva ganhar um impulso com o recente lançamento da nova linha iPad Pro, que, focada no mercado de empresas, vem com um teclado e uma caneta para escrever na tela do tablet.
A maior aposta recente é o Apple Watch. Ainda não está claro o quão bem-sucedido o relógio tem sido, uma vez que suas vendas são incluídas dentro da categoria "outros", na qual estão ainda ainda o tocador de música iPod, os fones de ouvido Beats e vários outros produtos.
Juntos, os eletrônicos da categoria "outros" respondem por apenas 6% do total faturado pela empresa.
O relógio provavelmente teve uma boa performance no Natal, e daí a Apple talvez comece a jogar uma luz sobre como tem sido seu desempenho. Mas vamos ter de esperar para ver.
Enquanto isso, a dependência do iPhone é o que mais preocupa os investidores.
A Apple se beneficia há anos de um comportamento conhecido como "consumo repetido": os dados mostram que as pessoas que têm o smartphone tendem a trocá-lo por um modelo mais novo dele em vez de ir para outras marcas, como Samsung e Motorola.
O problema é que a Apple já vê um teto no horizonte quando se trata da atração de novos clientes.

'Apostaram tudo'

Por isso a China é tão importante.
A Apple faz mais dinheiro no gigante asiático do que em toda a Europa, e, pelo que tudo indica, até os Estados Unidos devem ser ultrapassados em breve.
"Se a China cai, a Apple cai também", afirmou Daniel Ives, da empresa FBR Capital Markets, investidor da Apple.
"Eles realmente apostaram tudo na oportunidade gerada pelo crescimento da China."
Quase todos os ganhos da Apple no ano passado ocorreram graças à expansão chinesa - novas lojas e novos consumidores que, até muito recentemente, tinham de lidar com cópias baratas e mal feitas de um produto desejado.
Mas a instabilidade da economia chinesa abalou os mercados globais. E se o desempenho do país continuar caindo, talvez fique difícil para a Apple manter seu crescimento a longo prazo.
Para a maioria dos investidores e analistas, porém, a China não representa um problema - ao menos ainda -, e provavelmente continuará oferecendo oportunidades de expansão para a Apple ao longo de 2016.
Um exemplo disso: hoje, há apenas 30 lojas da Apple no país; só no Estado americano da Califórnia são 53.
Dados sugerem que o alvo principal da companhia no gigante asiático, a classe média, ainda está esvaziando seus bolsos sem remorsos - particularmente quando trata-se de comprar produtos da Apple.

Prevendo o futuro

Tentar prever o futuro da Apple é um hábito perigoso. Isso raramente acaba bem - pergunte ao Steve "o-iPhone-não-é-uma-boa-máquina-de-emails" Ballmer, ao ex-chefe da Microsoft. E a todos na Blackberry. E na Nokia.
Mas nós podemos especular, e aqui está um resumo do que investidores e analisas acreditam que possa acontecer neste ano:
- O iPhone 7 será lançado -- possivelmente sem uma entrada para fone de ouvido -- e dará à linha de smartphones um grande impulso nas vendas (e talvez na dos fones de ouvido também).
- Um novo iPhone mais "acessível" -- chamado "5E" irá conquistar o mundo em desenvolvimento. Ele deve ser um produto principal para mercados como a Índia, onde a empresa também tem investido na abertura de lojas próprias.
- A China vai se tornar ainda mais importante e mostrar um pequeno sinal de desaceleração, pelo menos de acordo com as preocupações da Apple. Uma grande aquisição proporcionará à empresa uma rota expressa para uma nova área de atuação. O investidor Daniel Ives afirmou à BBC que comprar a Netflix, por exemplo, deixaria "Wall Street muito animada".

Na estrada

E há um mundo que pode fazer as ações da Apple dispararem em um instante: o de automóveis.
Nos últimos seis meses, rumores de que a Apple está produzindo um carro passaram de murmúrios a gritos.
Alguns apostam que a empresa produzirá um carro próprio, outros dizem que ela deveria trabalhar com a indústria automobilística já existente para integrar seu software - algo que já está acontecendo com a CarPlay, uma espécie de versão simplificada do sistema operacional iOS, desenvolvida para o uso dos motoristas.
"Isso sempre volta para a questão de se eles podem lançar algo tão poderoso quanto o iPhone", afirma Carolina Milanesi, analista da Kantar Worldpanel ComTech, consultoria especializada no setor de tecnologia.
"E eu não sei se isso nos fará esperar até que o carro saia."
Mas ela logo acrescenta: "Não acho que os investidores um dia estarão felizes com a Apple. Porque se eles podem fazer 10, querem 11. Se podem fazer 11, querem 12."

Como ativar ou desativar o 3D Touch no iPhone.

iPhone 6S e o iPhone 6S Plus trouxeram o 3D Touch como principal novidade em relação ao modelo anterior. Desde o lançamento no Brasil em novembro, os fãs da marca puderam perceber como funciona o sensor que reconhece a pressão aplicada sobre a tela, para oferecer novas camadas de interação com o sistema iOS e com os apps.
Se você não se adaptou ao sensor de pressão, aprenda neste tutorial a desativar o 3D Touch – a opção está nas configurações de acessibilidade do iOS. O passo a passo também pode ser útil caso você tenha desabilitado a funcionalidade por acidente e queira reativar o 3D Touch em seu iPhone.

Passo 1. Abra o aplicativo de configurações do iOS e toque em “Geral”;
Acesse as configurações do iPhone (Foto: Reprodução/Helito Bijora)

Passo 2. Toque em “Acessibilidade” e, em seguida, em “3D Touch”;
Abra as configurações de acessibilidade (Foto: Reprodução/Helito Bijora)

Passo 3. Por fim, habilite ou desabilite a opção “3D Touch” para ativar ou desativar o recurso.
Ativando ou desativando o 3D Touch do iPhone 6S (Foto: Reprodução/Helito Bijora)
Pronto! Com essa dica simples, você pode ativar ou desativar o 3D Touch dos novos iPhones 6S e 6S Plus.
Fonte: TechTudo

8 rumores sobre os novos iPhones.

Cada novo anúncio de smartphones da Apple é cercado de rumores sobre as possíveis mudanças que o novo modelo trará com relação aos anteriores. E os meses que antecedem o anúncio do iPhone 7 não poderiam ser diferentes.

A empresa revelou nesta terça-feira, 26, que a venda de iPhones estagnou pela primeira vez em anos. Analistas preveem que 2016 seja o ano em que finalmente a Apple veja o número de smartphones vendidos caírem. No entanto, a empresa obviamente não vai desistir no primeiro momento negativo em anos, e certamente veremos novas versões do aparelho neste ano, com mudanças provavelmente drásticas, para alavancar as vendas. É o que dá a entender os primeiros rumores dos novos iPhones.

Reunimos abaixo alguns dos principais rumores sobre os próximos modelos de smartphone que a Apple divulgará. Confira:

Reprodução

1 - Um iPhone de 4 polegadas
Já existem bastantes indícios de que, além de falar sobre o iPhone 7 em sua próxima WWDC, a Apple também mostrará um smartphone menor, com tela de 4 polegadas. O dispositivo estaria para os iPhones 6 assim como o iPhone 5c está para os iPhones 5, e não viria equipado com a tecnologia 3D touch, que é a funcionalidade mais marcante dos iPhones 6S e 6S Plus. Segundo analistas, ele deve ter um processador A8, 1GB de RAM, câmera traseira de 8MP e câmera frontal de 1,2MP. Até mesmo um vídeo mostrando o suposto iPhone de 4 polegadas está por aí.

2 - Duas câmeras traseiras
O que é melhor que uma câmera de iPhone? Duas câmeras de iPhone. Essa parece ser uma das estratégias da empresa para seu novo dispositivo, de acordo com uma patente registrada em 7 de janeiro de 2016. As duas câmeras provavelmente teriam lentes diferentes: uma delas seria uma grande-angular, para imagens de perto, e outra com distância focal mais profunda, para fotografar motivos distantes do aparelho.

Reprodução

3 - Fim dos conectores de 3,5mm (p2)
Cada iPhone tenta ser mais fino que o anterior e, ao que parece, o próximo passo da Apple rumo a um aparelho finíssimo será eliminar os conectores p2 que geralmente são usados para fones de ouvidos. Alguns rumores dão conta de que a empresa incluiria um fone de ouvido bluetooth junto com os iPhones 7, justamente por isso. Outra possibilidade também seria ouvir música por meio da conexão Thunderbolt dos dispositivos, que ofereceria qualidade de som ainda maior.

4 - Feito de um material diferente e à prova d’água
É possível também que os próximos iPhones sejam os primeiros a deixar de lado o alumínio desde o iPhone 5C (que saiu em 2013). Ainda não está definido, no entanto, que material ele será: pode ser o plástico usado em modelos anteriores (o que parece pouco provável) ou ainda o chamado “liquid metal”, uma liga de zircônio, titânio e níquel que oferece mais resistência e leveza. Qualquer que seja o novo material, porém, é provável que ele faça o smartphone ser à prova d’água - algo que os iPhones 6S e 6S Plus praticamente já eram.


Reprodução

5 - Adeus à versão de 16GB
Outra aposta segura é que os novos iPhones não estarão disponíveis em versão de 16GB de memória interna - o que faz sentido, já que, para as necessidades de um usuário médio hoje em dia, esse espaço (parte da qual é engolida pelo sistema operacional) é claramente insuficiente. O mais provável é que os iPhones 7 sejam vendidos em “tamanhos” a partir de 32GB, embora seja possível também que a Apple abandone de vez esse primeiro escalão e ofereça versões apenas de 64Gb e 128GB.

6 - Olá à versão de 256GB
A mesma preocupação dos usuários com espaço de armazenamento - que só é expansível, nos iPhones, por meio da contratação de espaço no iCloud - poderia levar a empresa a oferecer também uma versão do seu novo smartphone com 256GB de armazenamento. Caso isso aconteça, o mais provável é que os dispositivos saiam em versões de 64GB, 128GB e 256GB, permitindo aos usuários salvar ainda mais fotos, vídeos e arquivos em seus dispositivos.


Reprodução

7 - Tela 4K
O Sony Xperia Z5 Ultra foi o primeiro smartphone do mercado a ser lançado com tela 4K - mas, em breve, ele pode não ser o único. Alguns boatos sugerem que a Apple voltaria a uma forma de fabricação de telas que permitiria incluir displays com resolução 4K nos novos iPhones. Essa mesma tecnologia poderia permitir que a Apple fizesse um dispositivo com bordas ainda menores, ou mesmo com uma tela curva semelhante à do Galaxy S6 Edge.

8 - Bateria maior
Além de diminuir a espessura do seus smartphones, outra preocupação da Apple é aumentar a vida útil das baterias deles. A bateria continua sendo um ponto crucial para qualquer novo aparelho e um desafio constante para as fabricantes. Para encará-lo, é possível que a empresa de Tim Cook equipe seu novo iPhone com uma bateria de 3100 mAh. Isso é ainda mais provável considerando-se que a bateria do iPhone 6S (de 1715 mAh) era ainda menor que a do iPhone 6, seu antecessor (que era de 1810 mAh). É verdade que a capacidade da bateria não indica, por si só, sua vida útil. No entanto, é provável que a empresa reforce sua nova aposta com uma bateria bem maior.

Fonte: OlharDigital

terça-feira, 26 de janeiro de 2016

Buscando independência do Android, Samsung pode levar seus aplicativos ao iOS.


Samsung tem tomado algumas atitudes que demonstram sua preocupação em uma dependência da plataforma Android, procurando então prover alternativas para suas ferramentas em outras plataformas. Após anunciar um investimento maior em seu próprio sistema Tizen, a sul-coreana revelou também que pretende compatibilizar seu smartwatch Gear S2 com dispositivos que rodam o iOS, garantindo assim que usuários da Maçã possam comprar seu relógio inteligente e utilizá-lo sem qualquer problema.
Agora, um novo relato vindo do conhecido SamMobile indica que mudanças ainda mais profundas podem acontecer em breve, pois segundo eles a Samsung pretende levar diversos outros serviços para a plataforma de Cupertino, incluindo a suíte de saúde S Health e muito mais. Caso isto realmente se concretize, teremos a possibilidade de uso de diversos acessórios da sul-coreana em conjunto com iPhones e iPads em geral, possibilitando até mesmo que usuários combinem a pulseira Gear Fit com os aplicativos disponíveis para iOS, por exemplo.
É informado ainda que a Samsung continuará sua empreitada em outros ramos, desenvolvendo aplicativos como o Remote Control e o Family Square compatíveis com o iOS para que usuários possam controlar o Galaxy View com os dispositivos que já possuem. Além disso, teríamos o app de configuração dos aparelhos de áudio Level e diversas outras ferramentas focadas em multimídia, garantindo assim que toda a família possa sincronizar dispositivos Galaxy com outros rodando o iOS.
No mais, teríamos uma nova versão do aplicativo Smart Câmera para iOS, possibilitando o controle remoto de câmeras e outros dispositivos por meio dos smartphones e tablets da Maçã. Não sabemos, contudo, quais seriam os empecilhos inseridos pela sul-coreana para "forçar" os interessados a comprarem seus próprios produtos, algo que possivelmente estará relacionado com a falta de permissões tão comentada por desenvolvedores da plataforma da Apple.
Samsung e Apple trabalhando juntas? Só o tempo dirá
Ainda não há qualquer informação oficial sobre o assunto, restando então aguardarmos que a própria Samsung se pronuncie para que possamos saber se seus aplicativos serão de fato disponibilizados para os usuários da Maçã. Além disso, é preciso esperarmos para vermos quais serão as diferenças entre a versão para iOS e para Android, para que só assim seja possível definirmos se a sul-coreana está de fato traçando seu caminho para fora dos domínios da Google ou se esta é apenas mais uma de suas políticas para expandir ainda mais sua participação de mercado.
Fonte: TudoCelular

Demanda por iPhone diminui e crescimento da Apple deve cair.


iPhone: para uma companhia que registrou um aumento de 28 por cento, para US$ 233,7 bilhões, em seu último ano fiscal, a queda das ações causa perplexidade


As ações da Apple levaram uma surra e registraram uma queda de 11 por cento desde o último relatório de lucros, em outubro, devido aos temores de que as vendas de iPhone tenham despencado repentinamente.

Os resultados que serão publicados na terça-feira possibilitarão que os investidores vejam com mais clareza se a queda foi justificada – ou o tão esperado sinal de que as ações estão prontas para um rali.

Para uma companhia que registrou um aumento de 28 por cento, para US$ 233,7 bilhões, em seu último ano fiscal, a queda das ações causa perplexidade.



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Embora talvez faça sentido diante da queda nos preços das ações em todo o mundo (devido aos temores de que o petróleo mais barato e a fraqueza da economia da China ponham um freio ao crescimento econômico mundial), há alguns fatores que intensificam a aflição da Apple.

A Apple está ficando mais dependente do iPhone para crescer, apesar de a linha de produtos ter aumentado no ano passado com a inclusão do Apple Watch, de uma nova Apple TV e da Apple Music.

No entanto, o iPhone continua sendo, com folga, o produto mais importante da companhia e o que mais gera dinheiro. O smartphone representou 66 por cento da receita da Apple no ano passado, acima dos 50 por cento de três anos atrás.

Considerando que a Apple depende do iPhone, qualquer indício de que as vendas poderiam desacelerar – especialmente na China – assusta os investidores.

Alguns sinais sugerem que as vendas do iPhone poderiam estar desacelerando.

De acordo com vários analistas, a Apple reduziu as encomendas de componentes do telefone aos fornecedores, o que indica que talvez a companhia com sede em Cupertino, na Califórnia, não venda tantos aparelhos no início de 2016 quanto se esperava inicialmente.

A Cirrus Logic, uma fabricante de componentes de áudio que obtém da Apple mais de 60 por cento de sua receita, advertiu os acionistas no dia 7 de janeiro de que seus resultados ficarão abaixo da previsão devido à demanda fraca por produtos de tecnologia móvel.

Para piorar os temores há uma desaceleração mundial mais ampla. A Samsung Electronics, a maior fabricante de smartphones, que também produz telas e chips de memória para aparelhos de outras empresas, informou no dia 8 de janeiro lucros menores que as previsões dos analistas.

Por outro lado, a empresa de pesquisa IDC previu em dezembro que o crescimento dos smartphones em 2016 cairia para menos de 10 por cento – a primeira vez que fica abaixo desse patamar.

A projeção para 2019 é de que as remessas diminuirão ainda mais, com um aumento de apenas 4,7 por cento nas vendas em 2019. As vendas de iPhone também vão desacelerar, de acordo com a IDC.

A questão para os acionistas da Apple é se desta vez a queda na produção do iPhone é diferente da dos últimos anos. As vendas da Apple sempre caíram acentuadamente depois do trimestre das compras de fim de ano, pois os consumidores começam a esperar os novos produtos, que costumam ser lançados por volta de setembro.

Isso põe o foco diretamente sobre a perspectiva da Apple para os primeiros três meses de 2016. Os analistas estão projetando, em média, uma queda de 4 por cento nas vendas, para US$ 55,7 bilhões, segundo dados compilados pela Bloomberg. Uma queda mais acentuada trará mais temores.

Para o primeiro trimestre fiscal da Apple, que terminou em dezembro, os analistas projetam lucros de US$ 3,23 por ação e US$ 76,6 bilhões em receitas.

Mesmo assim, alguns disseram que a queda das ações da Apple é uma oportunidade de compra. Gene Munster, analista da Piper Jaffray Cos., disse que as ações poderiam subir mais de 50 por cento perto do lançamento do iPhone 7, em setembro.

Os 43 analistas acompanhados pela Bloomberg estão prevendo, em média, que a Apple passe dos atuais US$ 100 para US$ 141 dentro de 12 meses.

De uma forma ou de outra, tudo indica que a ação está prestes a embarcar em uma grande aventura.

Fonte: EXAME

segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

Este pode ser o 1º “vazamento de iPhone” do ano!

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A linha 2014-2015 do iPhone (crédito: 9 to 5 Mac)
Mais um ano começou e junto com ele apareceu o que pode ser o primeiro vazamento de iPhone do ano.vazamento de iPhone vem sendo uma tradição desde 2007 entre os grandes portais e blogs de tecnologia: o evento acontece após cada lançamento da última celebridade da Apple.
Qualquer peça que o pequeno Li da fábrica Xing-2 deixa cair, vira pauta: o novo iPhone será assimo novo iPhone terá este recursoo novo iPhone não terá o conector do fone de ouvido, blá, blá, blá.
Algumas vezes, quando não dá para encontrar um protótipo de iPhone “esquecido” num bar, esse povo usa o Photoshop e cria um novo aparelho. Ou pode ser uma foto de verdade mesmo. É o caso que o tio Laguna tenta analisar abaixo.

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Do lado direito do iPhone 5 temos o suposto iPhone 5SE ou iPhone 6C (crédito: One More Thing)
Um blog holandês publicou a foto acima. Ela teria vindo de um correspondente no Vietnã. E um bocado de jornalistas de tecnologia em outros países especula que seja real.
Aliás, na quarta-feira (20), surgiu também este vídeo:
Totalmente fake. Começa com o suposto iPhone desligado. E como o indivíduo não teve o cuidado de colocar uma régua (ou uma banana) ao lado, então pode se tratar do velho iPhone 6 nas mãos de um jogador de basquete.
Supondo que o aparelho do vídeo seja realmente daquele tamanho, poderia ser uma réplica chinesa, como as milhares que podemos ver no YouTube. Algumas réplicas chinesas de iPhone até reconhecem impressão digital.
O que é certo?
Bom, a Apple planeja um evento para março, onde apresentará o Apple Watch 2, talvez um iPad Air 3 e o tal iPhone 5SE. É possível que o iPhone 5SE seja que nem o iPod Touch 6: o mesmo aparelho por fora, totalmente atualizado por dentro.
Isso incluiria:
  • as mesmas câmeras do velho iPhone 6;
  • suporte aos panoramas maiores e foco automático na gravação de vídeo;
  • barômetro;
  • o chip NFC para o Apple Pay;
  • os mesmos processadores Apple A8 e M8 do iPhone 6 (eu preferiria o do iPad mini 4, com 2 GB de RAM);
  • os chips Wi-Fi 802.11ac, Bluetooth 4.2 e VoLTE do iPhone 6S;
  • as Live Photos do iPhone 6s (sem 3D Touch? ué…);
  • as quatro opções de cores da linha 6S.
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Tudo começando pelo precinho camarada de US$ 450, ou 2.299 reais pela versão de 16 GB.


Laguna_suposto_iPhone_5SE
Do lado direito do iPhone 5 temos o suposto iPhone 5SE ou iPhone 6C (crédito: One More Thing)
Voltando à foto vietnamita do blog holandês, o que a torna digna de nota é o antiquíssimo iPhone 5 colocado no lado esquerdo do suposto iPhone 6C iPhone 5SE. Por que não colocaram um iPhone 5S, mais recente e menos raro? Estranho.
De qualquer forma, supondo que o tal aparelho não se trate de uma bela réplica chinesa com Android, esse tal iPhone 5 Special Edition está mais para iPhone 6C mesmo: bordas arredondadas e o botão Power no lado direito do aparelho. Bom lembrar que o motivo pelo qual o botão Power saiu do topo foi por causa do tamanho maior da tela: se o novo aparelho vai se chamar iPhone 5 Super Escorregadio e terá a tela com diagonal de 4″, por que colocar tal botão de lado? Escorregar menos da mão que o meu iPhone 6S sem a capinha?
Outra coisa estranha: o smartphone não está inclinado, o que sugere que a Apple teria feito um aparelho mais grosso, sem o calombo da câmera. Dadas as péssimas decisões de design da Apple em 2015, vê-la acertando nesse detalhe torna o aparelho ainda mais fake.
Se tudo for confirmado, é o primeiro vazamento de iPhone do ano. Todo primeiro vazamento é bem fake mesmo. Melhor esperarmos alguém esquecer um protótipo no bar…
Fonte: MeioBit