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Mostrando postagens com marcador Facebook. Mostrar todas as postagens
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segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

Periscope que se cuide! Facebook começa a liberar transmissão de vídeos ao vivo no Android.


A nova opção de transmissão de vídeos ao vivo no Facebook foi lançada em dezembro, mas apenas páginas verificadas, celebridades, e alguns usuários nos EUA eram capazes de realizar as transmissões. Há alguns dias, porém, a rede social anunciou que o Live Video começou a ser distribuído globalmente e os usuários iOS do Reino Unido, Brasil, Alemanha e Africa do Sul foram os primeiros a receber a novidade.
 Agora é a vez dos donos de dispositivos Android. O Facebook anunciou em seu blog que começará a liberar o recurso inicialmente nos EUA, e em breve para outros mercados. Além disso, a empresa avisou que mais 30 países também receberam acesso à novidade no iOS e que nas próximas semanas adicionará outros à lista.

Sabemos que as pessoas no Android amam interagir com vídeos ao vivo — mais de 50% de pessoas que assistem a vídeos ao vivo estão usando dispositivos Android. Estamos animados para anunciar que na próxima semana vamos começar a implementar a capacidade de pessoas no Android compartilharem vídeo ao vivo. Estamos começando nossa distribuição Android nos Estados Unidos, com mais países em breve.

Se você já tiver recebido a opção de transmitir um vídeo ao vivo, verá no campo de atualização de status um novo ícone para o Live Videos. Basta adicionar uma descrição rápida, e poderá transmitir com a capacidade de responder aos comentários em tempo real e saber quantas pessoas estão assistindo. Quando tiver encerrado a transmissão, o vídeo será arquivado na sua linha do tempo, onde você pode optar por mantê-lo visível ou excluí-lo imediatamente.

Fonte: CenarioMT

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

6tag recebe mais uma atualização com melhorias em notificações


Rudy Huyn, um dos desenvolvedores mais amados dos usuários de Windows Phone, anunciou mais uma atualização para o 6tag. Dessa vez, a novidade é a respeito das notificações do aplicativo.
O 6tag é o cliente alternativo para usuários Windows Phone que não se contentam com o limitado aplicativo oficial do Instagram. O serviço de Huyn é elogiado por contar com diversos diferenciais e funções que permitem aos fãs da plataforma de fotografias se sentirem bem confortáveis com a ausência de um serviço mais completo por parte do app oficial de propriedade do Facebook.
Para se ter uma ideia da dedicação de Huyn, faz apenas dois dias que divulgamos a atualização que permite aos usuários do 6tag que possam realizar login na rede social por meio de sua conta no Facebook. Ou seja, se você esquecer seu nome de usuário ou senha do Instagram, ainda assim poderá acessar a rede através do login da outra rede.
Embora pequena, essa mudança foi bem significativa, e hoje já temos outra novidade para contar. Como a atualização anterior, essa nova modificação não é muito grande, e diz respeito ao lado back-end e à arquitetura das coisas, porém será de boa utilidade. O que esta atualização traz é que se o usuário optar por desabilitar as notificações do tipo toast manualmente, ou escolher ativar o modo noturno no 6tag, as notificações ainda serão visíveis na Central de Ações, como as notificações de apps de email, ou do Twitter, por exemplo.
Os usuários que ainda não têm o aplicativo ou não receberam a atualização, a nova versão já está disponível na página do 6tag na Windows Store.

Fonte: TudoCelular

sábado, 6 de fevereiro de 2016

Mark Zuckerberg planeja alcançar a marca de 5 bilhões de usuários do Facebook em 2030.

O Facebook possui atualmente 1.59 bilhão de usuários, ou aproximadamente 21% dos 7.39 bilhões de habitantes no planeta. Para Mark Zuckerberg, CEO e fundador do Facebook, ainda é pouco.
O executivo declarou durante a celebração do 12º aniversário da rede social que sua meta é atingir 5 bilhões de usuários para o Facebook em 2030, quase 60% de toda a população projetada para daqui a catorze anos.
“Nós queremos terminar de conectar todo mundo, nós iremos fazer isso em parceria com governos e diferentes empresas por todo o mundo”, explicou Zuckerberg para a plateia que o acompanhava durante sua primeira aparição pública desde o fim de sua autoproclamada licença-paternidade.
Apontando para a imagem de um drone batizado de Aquila no painel, o executivo esclareceu que o aparelho será um dos vetores da expansão do Facebook. Movido a energia solar, o Aquila irá voar por cima de cidades e transmitir acesso à Internet para baixo. O plano arrojado já havia sido anunciado antes, mas Zuckerberg reforçou a estratégia agressiva para levar conexão e, consequentemente, o Facebook para áreas carentes do planeta.
A iniciativa de acoplar a rede social e sites parceiros à oferta de Internet gratuita tem enfrentado a crítica de defensores da neutralidade da rede e de governos onde o programa Free Basics tenta se estabelecer. Até o momento, o projeto supostamente beneficente do Facebook já esbarrou na oposição das autoridades da Índia e do Egito.
zuckerberg-usuarios
Durante as festividades, Mark Zuckerberg também relembrou o início humilde do Facebook nos dormitórios de sua faculdade e passou 40 minutos se encontrando com 18 usuários cujas histórias de solidariedade e sucesso só foram possíveis graças à existência da rede social em suas vidas.
“O engraçado de se trabalhar em uma empresa como esta é o quão surpreendentemente pouco do que o mundo fala a nosso respeito é de fato sobre as coisas significativas com as quais nos importamos”, apontou Zuckerberg ao falar sobre o papel do Facebook em conectar pessoas. “Eu quero dizer que é isso o que nós queremos fazer. Não é porque nós estamos tentando vender anúncios ou algo assim”.
Fonte: CodigoFonte

quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

Facebook é condenado por perfil que usava foto de mulher como prostituta.


O Facebook foi condenado pela Justiça do Rio Grande do Norte a pagar uma indenização de R$ 6 mil e a retirar do ar dois perfis falsos de usuários que usaram imagens de uma mulher para oferecer serviços de prostituição.
A decisão foi informada nesta quarta-feira (27), e a sentença é da juíza Carla Virgínia Portela da Silva Araújo, da 5ª Vara Cível de Mossoró. Ainda cabe recurso da decisão.
Na ação, a mulher alegou que tem um perfil no Facebook, mas foi surpreendida com outros dois falsos que estariam utilizando fotos. Os perfis usavam os nomes de "Klara Hanna" e "Camilla Lobato".
Segundo a internauta, ela chegou a ser abordada na rua e chamada de "pessoa promíscua". O responsável pela manutenção do perfil falso estaria se utilizando da sua imagem para manter contatos com homens, praticando prostituição.
Para provar ser vítima, ela fez print screens (cópias) das páginas falsas e anexou aos autos.
A página "Camilla Lobato" afirmava que ela era universitária em Fortaleza -- local onde nunca morou. Já o perfil intitulado "Klara Hanna" a descrevia como uma pessoa de "estilo vagabundo", "solteira" e "interessada em homens". Nessa, 95% dos amigos eram homens.
A mulher contou ainda que denunciou inúmeras vezes os perfis falsos, mas o Facebook nunca teria entrado em contato. Além disso, questionou o fato do site de rede social não ter informação clara sobre como agir, nem dar um protocolo para acompanhamento das denúncias.
Para a juíza, ficou comprovada a falsidade das páginas com uso de definições "impróprias" e "absolutamente inadequadas", além da inércia da empresa em retirá-las do ar.
Segundo a magistrada, a empresa "responde objetivamente pelos danos causados, na qualidade de fornecedor de serviços na rede mundial de computadores, particularmente diante da sua inércia em excluir os perfis falsos após solicitação da vítima, o que apenas se observou após a determinação judicial".

"Sem culpa"

Na ação, o Facebook alegou não ter o dever de monitorar e moderar o conteúdo disponibilizado por terceiros, "visto que, a sua função consiste em armazenar dados e disponibilizar acesso, não podendo fazer controle preventivo sobre as contas criadas por seus usuários, sob risco de configurar censura prévia, vedada pelo art. 220 da Constituição Federal."
O Facebook disse ainda que a autora fez denúncia por um canal errado, alegando que Camila Lobato "não representava uma pessoa verdadeira". Segundo a empresa, a denúncia deveria informar que o "perfil está fingindo ser alguém ou é falso". Já sobre a conta da usuária Klara Hanna, o Facebook disse que inexiste denúncia administrativa.
Fonte: UolTecnologia 

sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

Facebook lança plataforma de esportes em tempo real.

Logo do Facebook visto em Nova York
Logo do Facebook visto em Nova York

O Facebook está entrando no cenário de esportes com uma nova plataforma chamada Facebook Sports Stadium, que vai fornecer atualizações de partidas em tempo real, mensagens populares de fãs, estatísticas e comentários de especialistas.
O novo serviço parece ser um esforço para invadir o território do Twitter. O site de microblogs tem sido um destino popular para os chamados jogos "tuítados ao vivo".
"Com 650 milhões de fãs de esportes, o Facebook é o maior estádio do mundo", escreveu a empresa em comunicado sobre o novo serviço.
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O Facebook Sports Stadium atualmente cobre apenas jogos de futebol americano e foi anunciada antes do próximo Super Bowl, em 7 de fevereiro. Mas incluirá outros esportes, como basquete e futebol no futuro, disse a companhia.

Fonte: Exame

quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

Tailandês pega 6 anos de prisão por lesada altivez em críticas no Facebook.


Logotipo da rede social Facebook na sede da empresa na Califórnia, nos Estados Unidos


Bangcoc, 20 jan (EFE).- Um tribunal da Tailândia condenou nesta quarta-feira a seis anos de prisão um homem declarado culpado de um crime de lesada altivez em uma publicação no Facebook, informou a imprensa local.



Piya Jullakittiphan, de 46 anos, foi condenado após criar um perfil falso na rede social, entre julho e novembro de 2013, no qual criticava a Casa Real da Tailândia.

O tribunal, que sentenciou o acusado em um primeiro momento com nove anos de prisão, rebaixou um terço da condenação ao entender que o acusado colaborou durante o processo judicial, segundo indicou o jornal "Bangcoc Post".

O artigo 112 do código penal tailandês castiga com até 15 anos de prisão os atos considerados de lesada altivez, que inclui "insultos, difamações ou ameaças" contra o rei, a rainha, o príncipe herdeiro e o regente.

Embora o próprio monarca, Bhumibol Adulyadej, tenha afirmado em 2005 que não está acima da crítica, as denúncias por lesada altivez aumentaram nos últimos anos em meio a uma profunda divisão política no país.

Fonte: UOL

Após o golpe de Estado perpetrado pelos militares em maio de 2014, a junta militar pôs os casos de lesada altivez sob jurisdição de tribunais militares, cujas sentenças são mais severas que as emitidas por cortes civis, segundo o grupo de defesa dos direitos humanos iLaw.

quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

Facebook contra-ataca e diz que WhatsApp não é "pirata"

WhatsApp: Facebook afirmou que app não é uma "operadora pirata"

O Facebook, controlador do serviço de mensagens WhatsApp, fez duras críticas aos ataques das operadoras contra as over-the-top (OTTs). Em sua contribuição à consulta pública da revisão do modelo de telecom, assinada pelo diretor de relações institucionais do Facebook, Bruno Magrani, a companhia nega que as OTTs são "piratas", já que são complementares aos serviços tradicionais, e que o argumento de "mesmo jogo, mesmas regras" é "uma premissa falsa".
O Facebook afirma que a alegação das operadoras de que as OTTs são "piratas" (declaração proferida pelo presidente da Telefônica, Amos Genish, durante a ABTA em 2015) não se sustenta porque são justamente esses serviços que geram demanda por banda larga. Assim,a companhia diz que as OTTs são complementares às operadoras ao argumentar que, apesar de alguns provedores over-the-top prestarem "serviços que podem parecer similares àqueles tradicionalmente fornecidos pelas empresas de telecomunicações, esses serviços não substituem os serviços de telecomunicações tradicionais, mas os complementam". A base da argumentação é simples: para funcionar, as OTTs precisam das operadoras.
"Consequentemente, as TSPs (Prestadoras de Serviços de Telecomunicações) geram receitas com tarifas e taxas pagas pelos assinantes pelo consumo de dados, com base na velocidade ou na quantidade de dados usados a cada mês. Os usuários compram planos de dados mais robustos, na medida em que eles usam mais aplicativos, conteúdo de OSPs (Prestadoras de Serviços Online), e assim por diante. Portanto, à medida que as pessoas usam mais OSPs, as TSPs passam a ter mais receitas." Segundo o Facebook, as receitas obtidas com o fornecimento de dados tem sido usadas justamente para investimentos em banda larga e novas tecnologias que podem otimizar o uso do recurso.
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A companhia de Mark Zuckerberg também argumenta que, além de promover a demanda, as over-the-top são utilizadas pelas próprias teles "para fins de marketing, tal como através de estratégias de captação de clientes, publicidade e posicionamento de marca". Ela cita a oferta de pacotes de serviços do tipo zero-rating – a empresa conta com acordos tanto para o Facebook quanto para o WhatsApp.

Competição

Afirma que o argumento das teles de "mesmo jogo, mesmas regras" ("level playing field") é "uma falsa premissa, uma vez que ambos os agentes são tratados com isonomia pela atual estrutura regulatória brasileira". A empresa alega que ambas são tratadas "de maneira desigual, na medida de sua desigualdade". E declara que as OTTs não são desregulamentadas, mas sim de um setor sujeito a uma série de regras "que se alinham à sua natureza".
Ressalta ainda que o mercado para os provedores de conteúdo é mais competitivo e que "cada empresa pode ser facilmente substituída por novos prestadores", comparando com o setor de telecom, que gerencia recursos críticos e conta com altos custos de entrada. Alega ainda que as OTTs prestam serviços de forma global e, por isso, sofrem concorrência na mesma escala.
A ideia é, portanto, que as OTTs continuem a ser classificadas como serviço de valor adicionado (SVA). Para promover a competição, entretanto, sugere desregulamentação progressiva dos serviços de telecomunicações, alegando que, assim, as teles poderão atender às prioridades estabelecidas em políticas públicas, obter simetria regulatória e contar com melhor distribuição dos custos e benefícios.
O Facebook afirma ainda que as over-the-tops não trazem impacto negativo sobre o direito do consumidor, já que também são obrigadas a cumprir as regras do Código de Defesa do Consumidor e o Marco Civil da Internet. "Não há qualquer evidência empírica de violações estruturais dessas regras".
Fonte: EXAME

25 senhas que devem ser evitadas em serviços na web.

Hacker usa computador: as fotografias eram tiradas de forma consensual pelo casal, mas, depois, acabavam sendo postadas sem permissão.
São Paulo – Anualmente, a consultoria SplashData divulga uma lista com as senhas mais usadas por internautas que tiveram seus dados vazados na internet. A empresa analisou mais de 2 milhões de palavras e números que foram usados para proteger contas de serviços na web, como Facebook ou Twitter.
Pelo terceiro ano consecutivo, a senha mais usada foi "123456", seguida pela palavra "password", como informa o Gizmodo. 
Grande parte das senhas consiste em palavras em inglês, mas há também combinações comuns de caracteres, como qwerty (as cinco primeiras letras da primeira linha do teclado ABNT), bem como outras variações de sequências numéricas simples.
A AVG Technologies ensina uma técnica simples para criar uma senha forte. Escolha três palavras aleatórias, como raio, âncora e planeta. Colocando-as juntas e incluindo letras maiúsculas, um símbolo e um número, obtemos o seguinte: Raio!ancorAplaneta4. Então, coloque uma sigla relacionada ao serviço no qual você usará a senha, como Raio!ancorAplaneta4FB, no caso do Facebook.
Confira a seguir a lista da SplashData com as 25 senhas mais usadas entre internautas que tiveram seus dados vazados em 2015.
1. 123456 
2. password 
3. 12345678 
4. qwerty 
5. 12345 
6. 123456789 
7. football 
8. 1234
9. 1234567
10. baseball 
11. welcome
12. 1234567890
13. abc123 
14. 111111 
15. 1qaz2wsx
16. dragon
17. master 
18. monkey
19. letmein
20. login 
21. princess 
22. qwertyuiop
23. solo 
24. passw0rd
25. starwars
Fonte: Exame

Estudo desbanca mito dos "mil amigos" no Facebook.



Paris, 20 Jan 2016 (AFP) - Ao contrário da crença popular, as redes sociais online não nos permitem ter mais amigos - é o que revela um estudo publicado nesta quarta-feira na revista da Royal Society Open Science.

O número máximo de pessoas com as quais nós podemos ter relações sinceras e fortes gira em torno de 150. Este valor foi definido pelo britânico Robin Dunbar, também autor do estudo, e estaria ligado ao tamanho de nosso cérebro.

No limite fisiológico, somam-se restrições de tempo para manter amizades verdadeiras e duradouras.

Assim, o conhecimento pode ser classificado por nível de afinidade: amigos, melhores amigos, bons amigos, amigos, conhecidos e, finalmente, as pessoas que conhecemos de vista.

De acordo com o estudo, os grupos foram avaliados e consistem, respectivamente, de 5, 15, 50, 150, 500 e 1.500 pessoas.

"Os amigos (estimados em 150) representam as pessoas com quem temos relações reais, com quem temos desenvolvido obrigações mútuas", disse à AFP Robin Dunbar, professor de psicologia na Universidade de Oxford.

Este número pode variar, mas fracamente. "É como se cada um de nós tivesse uma quantidade limitada de capital social e pudéssemos optar por investir menos, mas com mais pessoas, ou mais, mas com menos pessoas, sem exceder essa quantidade", explica o pesquisador.

Em teoria, as redes sociais que se desenvolvem na Internet devem limitar as restrições de tempo e espaço nos permite manter redes muito maiores.

Mas duas pesquisas separados realizadas no Reino Unido provam o contrário. Amizades online ou em "carne e osso", o número é limitado a 150.

De acordo com o estudo, as novas ferramentas de comunicação (como o Twitter ou Facebook) facilitam a manutenção das relações de amizade, mas não conseguem ultrapassar o número de Dunbar.

E de qualquer maneira, para que as amizades "online" sejam sustentáveis, precisamos nos ver de vez em quando.

"As pessoas podem ter 500 ou até 1.000 amigos no Facebook, mas isso inclui as pessoas que normalmente chamamos de conhecidas ou simplesmente pessoas que conhecemos de vista", nota Robin Dunbar.

FACEBOOK QUER ABRIR MERCADO BRASILEIRO DE TELECOMUNICAÇÕES.






A unidade brasileira do Facebook, de Mark Zuckerberg, enviou ao Ministério das Comunicações suas propostas para mudanças regulatórias dos serviços de telefonia no país, nas quais criticou a possibilidade de uma eventual regulação dos aplicativos de Internet ao mesmo tempo em que defendeu uma maior desregulamentação sobre as operadoras de telecomunicações; em sua manifestação, assinada pelo diretor Bruno Magrani, a empresa defendeu que "não há nenhum racional jurídico para estender aos serviços de aplicativos a estrutura regulatória aplicável às prestadoras de serviços de telecomunicações"; serviço de mensagens do Facebook já faz ligações gratuitas.

RIO DE JANEIRO (Reuters) - A unidade brasileira do Facebook enviou ao Ministério das Comunicações suas propostas para mudanças regulatórias dos serviços de telefonia no país, nas quais criticou a possibilidade de uma eventual regulação dos aplicativos de Internet ao mesmo tempo em que defendeu uma maior desregulamentação sobre as operadoras de telecomunicações.

O documento faz parte de uma consulta pública encerrada na semana passada que tem como objetivo chegar a um novo marco regulatório das telecomunicações. A ideia é atualizar as regras das concessões de telefonia fixa e incluir nesse marco regulatório os serviços de banda larga.

Em sua manifestação, assinada pelo diretor de Relações Institucionais do Facebook, Bruno Magrani, a empresa norte-americana defendeu que "não há nenhum racional jurídico para estender aos serviços de OTT (aplicativos) a estrutura regulatória aplicável às prestadoras de serviços de telecomunicações".

"No entanto, isso não significa que a atual estrutura regulatória deva ser mantida. Pelo contrário: os encargos regulatórios para as operadoras de telecomunicações poderiam ser reduzidos", disse a empresa.

Executivos de algumas das principais operadoras de telecomunicações do país têm defendido uma regulamentação mais rígida de serviços de Internet como WhatsApp, aplicativo de mensagens do Facebook, ou do serviço de vídeos online Netflix, alegando que essas empresas utilizam a infraestrutura das operadoras para oferecerem produtos semelhantes, sem ter os mesmos encargos regulatórios e tributários.

Nos últimos meses, executivos das operadoras também vêm defendendo em vez de uma regulamentação dos aplicativos de Internet, uma menor regulamentação dos próprios serviços de telecomunicações. A manifestação do Facebook vem assim ao encontro desse pleito das operadoras.

Atualmente, os serviços de OTT são considerados serviços de valor adicionado, não se confundindo com serviços de telecomunicações, de acordo com a Lei Geral de Telecomunicações (LGT), e, por isso, não têm as mesmas obrigações das operadoras de telefonia.

"Essa contribuição defende que a abordagem regulatória mais adequada para os serviços de OTT é manter esta definição e, ao mesmo tempo, garantir uma desregulamentação progressiva dos serviços de telecomunicações", disse o Facebook, completando que dessa forma se atingiria a "simetria regulatória" pleiteada pelas operadoras.

Um grupo de trabalho criado pelo Ministério das Comunicações deve apresentar até o fim de janeiro as propostas que abordarão diferentes cenários para a regulação do setor, considerando as manifestações recebidas por empresas e organizações de defesa do consumidor, da inclusão digital, entre outras.

Fonte: Brasil247

terça-feira, 19 de janeiro de 2016

Facebook adere à campanha contra Aedes aegypti.


BRASÍLIA – Começou a ser veiculado em rede social vídeo educativo para ajudar no combate ao mosquito que transmite dengue, zika e chicungunha. O vídeo, publicado nas páginas oficiais do Facebook do Brasil e da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco), traz orientações para acabar com os criadouros do mosquito, como não deixar água parada, e pede para que as recomendações sejam compartilhadas com amigos e vizinhos. Esta é a primeira campanha do gênero realizada pelo Facebook na América Latina.
– O Ministério da Saúde não tem hoje capacidade técnica nem liderança de comunicação para enfrentar sozinho a epidemia de zika vírus. Por isso é muito importante essa campanha de mobilização social do Facebook com Abrasco – disse o vice-presidente da Abrasco, Mário Scheffer.
O vírus zika é o principal alvo da iniciativa por conta da relação dessa doença com a microcefalia, uma malformação irreversível do cérebro, que pode ser associada a danos mentais, visuais e auditivos. Na semana passada, o Ministério da Saúde informou que já chega a 3.530 número de casos suspeitos de microcefalia relacionada ao zika. A doença já foi verificada em 724 municípios de 21 unidades da Federação.
– O Brasil é um dos países com maior incidência do zika vírus no mundo. Nós vemos essa campanha como uma forma de levar informações importantes às pessoas e ajudar a colaborar para que a doença não se torne uma epidemia – afirmou o diretor de políticas públicas do Facebook Brasil, Bruno Magrani.
Em 2015, o Brasil registrou 1.649.008 casos prováveis de dengue e 863 mortes em decorrência da doença. Segundo o ministério, no ano passado, houve 20.661 casos confirmados ou sob investigação de febre chicungunha.
Fonte: DM

Mulher pode ir presa por marcar ex-cunhada em post no Facebook.

Maria Gonzalez violou restrição de comunicação; pena pode ser de 1 ano. Justiça dos EUA tomou decisão após Maria se separar do irmão da mulher.




Uma mulher pode pegar até um ano de cadeia por ter marcado uma cunhada em uma mensagem publicada no Facebook, segundo o jornal norte-americano “New York Post”.
Maria Gonzalez, residente de Nova York, nos Estados Unidos, pode ir presa por violar uma ordem de proteção concedida pela Justiça para sua ex-cunhada, Maribel Calderon.
A decisão impede que Maria mantenha contato com a irmã de seu ex-marido. A ordem judicial foi expedida após Maria se divorcia do irmão de Maribel, Rafael Calderon.
Maria violou a decisão após publicar a mensagem “você e sua família são tristes :( “, marcar a ex-cunhada e chamá-la de “estúpida”.
A mulher até tentou argumentar. Disse que a ordem de proteção “não a proíbe especificamente de se comunicar pelo Facebook”. A juíza Susan Capeci, da Suprema Corte do Condado de Westchester, discordou. “A ordem de proteção proibia a ré de contatar a parte protegida por meio eletrônico ou qualquer outro.”
O advogado de Rafael, que não faz parte do caso, disse que “tudo que você posta em qualquer lugar pode ser usado contra você”. Kim Frohlinger, a advogada de Maria, disse que não irá recorrer da decisão.
Fonte: G1

segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

Facebook está testando um novo navegador embutido em seu app para iOS.


Uma nova funcionalidade está sendo testada no Facebook. Dessa vez, parece que a empresa está trabalhando em um novo navegador embutido no seu aplicativo móvel para iOS.
Sempre que os usuários abrem um link no app, o Facebook abre um navegador próprio, que até então é conhecido com o visual da imagem abaixo:

Com a novidade que pode ser anunciada pela rede social em breve, os usuários poderão ver suas páginas abertas no app com este design:

Os testes parecem ser realizados com alguns usuários que já podem ver em seus aparelhos o novo layout. As imagens foram divulgadas pelo Twitter por este usuário que também enviou uma amostra do que há no menu - nada de muito impressionante, infelizmente.

É interessante notar que a empresa tem testado isso por pelo menos alguns de meses e as primeiras menções que podem ser encontradas são de 4 de dezembro. Além da mudança estética, parece haver novos recursos para ajudar os usuários a aproximarem-se da experiência de usar um navegador real.
No topo da janela, parece que agora é possível realmente introduzir uma URL qualquer, se o usuário quiser navegar por outras páginas sem deixar o app do Facebook. Você pode querer checar em outro site um detalhe em um artigo que leu, por exemplo.
Além disso, uma nova barra na parte inferior informa o quão popular o post é, inclui botões para avançar e voltar e permite que você favoritar páginas. Infelizmente ainda não será dessa vez que veremos suporte para abas nesse navegador.
Juntamente com o Instant Articles, as opções permitem que o usuário não precise deixar o app do Facebook. Com um navegador bom o suficiente, o aplicativo essencialmente pode tornar-se um ecossistema auto-suficiente para diversos fins.
Quem sabe esse pode ser um sinal de que em algum momento o navegador do Facebook pode aparecer separado do app principal da rede social, assim como aconteceu com o Messenger. Até que existam guias, não teria chance de concorrer com os demais, mas tendo em conta quantas pessoas já leem textos no Facebook, talvez essa seja uma opção interessante para a empresa.
Fonte: TudoCelular

Como mudar a frequência com que amigos aparecem no Facebook para Android.



O app do Facebook para Android permite ajustar a frequência com que os posts de um amigo ou página aparecem no seu feed de notícias – aquela linha do tempo com as postagens. A função é útil para deixar o feed do jeito que você prefere, com mais conteúdos de amigos ou fanpages interessantes e menos de quem não é tão relevante.


Neste tutorial, ensinamos a usar o recurso. Siga esses passos simples e leia os melhores posts do Facebook a partir do seu celular Android.

Passo 1. Ao entrar no Facebook para Android, digite no campo de busca o nome da pessoa ou página cuja frequência de posts no seu feed você quer ajustar;

Procedimento de busca no Facebook para Android (Foto: Reprodução/ Raquel Freire)


Passo 2. Note que tanto no perfil pessoal quanto na fanpage aparece o botão “Seguindo”. Toque nele;

Páginas pessoal e de comunidade, com botão "Seguindo" em destaque (Foto: Reprodução/ Raquel Freire)

Passo 3. Por definição, a frequência vem como “Padrão”, o que significa que você vê as principais postagens dessa pessoa ou página. Se quiser aumentar a frequência de posts no seu feed selecione “Ver primeiro” – todas as novas publicações do amigo/fanpage serão mostradas no topo do feed de notícias;
Opções de frequência de posts no feed de notícia do Facebook (Foto: Reprodução/ Raquel Freire)

Passo 4. Para não receber mais nenhum post dessa pessoa ou página, mas continuar sendo amigo/curtindo a fanpage, selecione “Deixar de seguir”;

Seleção de opção para deixar de seguir alguém no Facebook (Foto: Reprodução/ Raquel Freire)

Passo 5. Pronto! Realize o procedimento sempre que desejar e deixe seu feed com os posts de pessoas e páginas que você mais gosta.

Fonte: TechTudo