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sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

Atualização do WhatsApp aumenta número limite de contatos nos grupos.


O WhatsApp se tornou um dos maiores aplicativos da atualidade, já que as pessoas começaram a mandar mais mensagens, esquecendo a função principal de telefonia dos celulares. Há pouco foi revelado que o app já conta com mais de um bilhão de usuários ativos, e o número deve aumentar futuramente. Um dos motivos do constante crescimento é pelo número de recursos que a companhia oferece aos consumidores.
O aplicativo foi atualizado com algumas funcionalidades recentemente, uma das mais populares é a possibilidade de fazer ligações. Agora os usuários poderão conversar com ainda mais usuários nos grupos do aplicativo, já que o número aumentou.
Até há pouco só era possível adicionar até 100 contatos em um mesmo grupo, porém, o número agora aumentou para 256. Recentemente foram reveladas algumas estatísticas indicando que atualmente são enviadas 42 bilhões de mensagens, além de 1.6 bilhão de fotos e 250 milhões de vídeos, e tudo isso diariamente. São mais de um bilhão de grupos.
O aplicativo já foi atualizado, porém, se você ainda não está usufruindo da atualização e está desesperado, pode fazer o download diretamente no site da companhia. A atualização chegou ao Android e deve chegar em breve ao iOS e Windows Phone.
Além dos usuários comuns se beneficiarem com a nova capacidade de usuários nos grupos, é possível que até profissionais aproveitem.
FONTE: TudoCelular

terça-feira, 26 de janeiro de 2016

WhatsApp fica fora do ar para brasileiros nesta terça-feira (26/1)


Há algumas semanas ocorreu o bloqueio do WhatsApp no Brasil, milhares de consumidores ficaram sem acesso ao aplicativo durante algumas horas. É claro que muitos começaram a reclamar sobre a ação do governo, e por isso felizmente o bloqueio durou pouco tempo. Mas já ocorreram alguns problemas desde então, e parece que nesta terça-feira (26/1) alguns usuários relataram mais uma dificuldade.
Diversos consumidores ao redor do Brasil afirmaram que o WhatsApp ficou fora do ar durante cerca de 40 minutos, a partir da 00h desta terça. Centenas de usuários do Twitter e Facebook reclamaram que não conseguiam enviar ou receber mensagens pelo serviço.

Só que aparentemente não foi um problema apenas dos brasileiros, usuários de outros países também relataram sobre a dificuldade de acessar o WhatsApp durante esses poucos minutos. Ou seja, provavelmente foi um problema global.
No momento dessa publicação o WhatsApp e Facebook não se pronunciaram oficialmente sobre o “pequeno” problema. Segundo usuários de dispositivos das plataformas Android e Windows Phone, ao enviar mensagens só aparecia o ícone de relógio, indicando que ela não chegou ao contato desejado. Já aqueles com aparelhos iOS afirmaram que o app indicava que ele estava “conectando” com o servidor.
Fonte: TudoCelular

quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

Facebook contra-ataca e diz que WhatsApp não é "pirata"

WhatsApp: Facebook afirmou que app não é uma "operadora pirata"

Facebook, controlador do serviço de mensagens WhatsApp, fez duras críticas aos ataques das operadoras contra as over-the-top (OTTs). Em sua contribuição à consulta pública da revisão do modelo de telecom, assinada pelo diretor de relações institucionais do Facebook, Bruno Magrani, a companhia nega que as OTTs são "piratas", já que são complementares aos serviços tradicionais, e que o argumento de "mesmo jogo, mesmas regras" é "uma premissa falsa".
O Facebook afirma que a alegação das operadoras de que as OTTs são "piratas" (declaração proferida pelo presidente da Telefônica, Amos Genish, durante a ABTA em 2015) não se sustenta porque são justamente esses serviços que geram demanda por banda larga. Assim,a companhia diz que as OTTs são complementares às operadoras ao argumentar que, apesar de alguns provedores over-the-top prestarem "serviços que podem parecer similares àqueles tradicionalmente fornecidos pelas empresas de telecomunicações, esses serviços não substituem os serviços de telecomunicações tradicionais, mas os complementam". A base da argumentação é simples: para funcionar, as OTTs precisam das operadoras.
"Consequentemente, as TSPs (Prestadoras de Serviços de Telecomunicações) geram receitas com tarifas e taxas pagas pelos assinantes pelo consumo de dados, com base na velocidade ou na quantidade de dados usados a cada mês. Os usuários compram planos de dados mais robustos, na medida em que eles usam mais aplicativos, conteúdo de OSPs (Prestadoras de Serviços Online), e assim por diante. Portanto, à medida que as pessoas usam mais OSPs, as TSPs passam a ter mais receitas." Segundo o Facebook, as receitas obtidas com o fornecimento de dados tem sido usadas justamente para investimentos em banda larga e novas tecnologias que podem otimizar o uso do recurso.
Publicidade
A companhia de Mark Zuckerberg também argumenta que, além de promover a demanda, as over-the-top são utilizadas pelas próprias teles "para fins de marketing, tal como através de estratégias de captação de clientes, publicidade e posicionamento de marca". Ela cita a oferta de pacotes de serviços do tipo zero-rating – a empresa conta com acordos tanto para o Facebook quanto para o WhatsApp.

Competição

Afirma que o argumento das teles de "mesmo jogo, mesmas regras" ("level playing field") é "uma falsa premissa, uma vez que ambos os agentes são tratados com isonomia pela atual estrutura regulatória brasileira". A empresa alega que ambas são tratadas "de maneira desigual, na medida de sua desigualdade". E declara que as OTTs não são desregulamentadas, mas sim de um setor sujeito a uma série de regras "que se alinham à sua natureza".
Ressalta ainda que o mercado para os provedores de conteúdo é mais competitivo e que "cada empresa pode ser facilmente substituída por novos prestadores", comparando com o setor de telecom, que gerencia recursos críticos e conta com altos custos de entrada. Alega ainda que as OTTs prestam serviços de forma global e, por isso, sofrem concorrência na mesma escala.
A ideia é, portanto, que as OTTs continuem a ser classificadas como serviço de valor adicionado (SVA). Para promover a competição, entretanto, sugere desregulamentação progressiva dos serviços de telecomunicações, alegando que, assim, as teles poderão atender às prioridades estabelecidas em políticas públicas, obter simetria regulatória e contar com melhor distribuição dos custos e benefícios.
O Facebook afirma ainda que as over-the-tops não trazem impacto negativo sobre o direito do consumidor, já que também são obrigadas a cumprir as regras do Código de Defesa do Consumidor e o Marco Civil da Internet. "Não há qualquer evidência empírica de violações estruturais dessas regras".
Fonte: EXAME

TUDO QUE VOCÊ PRECISA SABER PARA TER O WHATSAPP GRATUITO PARA SEMPRE!

O WhatsApp anunciou hoje grandes mudanças em seu sistema de negócios que podem mudar um pouco a rotina dos usuários.
whatsapp momentos
A primeira mudança, que afeta diretamente, é que o serviço não vai ser mais pago, a empresa desistiu de cobrar a taxa anual de 99 centavos de dólar dos usuários. É verdade que dificilmente essa taxa era cobrada, mas vai tirar a dúvida que existia nos mais atentos quando a data de validade estava chegando ao fim. No anuncio, o “Whats” informa que a mudança não irá poluir o aplicativo com propagandas. Ufa!

Outra mudança, e talvez a maior, será a integração com empresas e negócios. Com isso as companhias terão acesso ao consumidor e poderão entrar em contato sem precisar de enviar mensagens de texto, podendo até fazer ligações direto pelo aplicativo.
O sistema deve ser bem parecido com o que as empresas, como bancos, usam por SMS.Se o usuário permitir, a empresa poderá entrar em contato por WhatsApp no lugar do torpedo.
Os primeiros texto da ferramenta deve ocorrer ainda esse ano e um dos exemplos seria o seu banco avisando de uma transferência suspeita ou a companhia aérea informando sobre um voo atrasado.
O que pode facilitar a vida dos mais de um bilhão de usuários pode também ser um tiro no pé, abrindo a porta para Spam e outras perturbações já conhecidas praticadas por empresas menos competentes.
Fonte: Atlantida

terça-feira, 19 de janeiro de 2016

De olho em expansão, WhatsApp volta a ser gratuito.

Atualmente, app cobra US$ 0,99 por ano de seus usuários


O popular aplicativo de mensagens WhatsApp, de propriedade do Facebook, voltará a ser gratuito. O anúncio foi feito nesta segunda-feira (18), pelo próprio app, que decidiu extinguir a taxa anual de US$ 0,99 cobrada de seus usuários após os primeiros 12 meses de uso sem custo.
No entanto, segundo a companhia, isso não significa que os chats passarão a ter anúncios publicitários. "Crescemos e descobrimos que essa abordagem não funcionou bem. Muitos usuários não possuem um cartão de débito ou crédito e temem perder as conversas com amigos e familiares depois do primeiro ano de utilização", diz uma nota do WhatsApp.
Segundo o aplicativo, a cobrança será removida de todas as suas versões "nas próximas semanas". Pouco antes do anúncio, o fundador do app, Jan Koum, havia dito em uma conferência em Munique, na Alemanha, que o método adotado até então criou problemas em mercados em desenvolvimento, onde o acesso ao sistema bancário não é capilarizado.
E a penetração nesses países é fundamental para a expansão do WhatsApp, que se aproxima da marca de 1 bilhão de usuários. Para se rentabilizar, a empresa testará novos modelos de negócio, como instrumentos que permitem o uso do aplicativo para a comunicação entre clientes e empresas.