Páginas

Mostrando postagens com marcador Nasa. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Nasa. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

Astronauta da Nasa clica aurora boreal do espaço.


Fenômeno é resultado de energia que sai de campos magnéticos do Sol. Aurora boreal foi registra no noroeste do Pacífico.


Astronauta da Nasa regista aurora boreal do espaço (Foto: ESA/NASA)

O astronauta norte-americano Scott Kelly, da Nasa, registrou nesta quarta-feira (20) o fenômeno da aurora boreal a partir da Estação Espacial Internacional.


Aurora boreal é um fenômeno natural de luz resultado da energia liberada por campos magnéticos solares. Na Terra, essa energia interage com oxigênio e nitrogênio para produzir um show de luzes vermelhas, verdes e roxas.


Scott clicou a foto da aurora boreal no noroeste do Pacífico. "Bom dia aurora e noroeste do Pacífico!", publicou Scott em seu Twitter.


Fenômeno da Aurora boreal é registrado do espaço pelo astronauta da Nasa Scott Kelly (Foto: Reprodução/ Twitter/ Scott Kelly)
Aurora boreal clicada pelo astronauta Scott Kelly; fenômeno natural é resultado de energia liberada por campos magnéticos solares (Foto: Reprodução/ Twitter/ Scott Kelly.


Fonte: G1

segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

Primeira flor desabrocha no espaço.


A bordo da Estação Espacial Internacional (EEI) desabrochou a primeira flor, informou a mídia.

Uma flor de zinnia está florescendo no espaço, a bordo da Estação Espacial Internacional, disse o astronauta da NASA (Administração Nacional da Aeronáutica e Espaço), Scott Kelly, na sua página no Twitter no sábado.
Estas flores cor de laranja se tornaram parte dos experimentos destinados a cultivar flores e legumes no espaço, realizados pela equipa que trabalha na Estação Espacial.
Os experimentos começaram um ano atrás e, em agosto de 2015, a equipa conseguiu pela primeira vez cultivar e colher alfaces.
Os legumes foram cultivados com o uso do sistema Veggie, instalado na estação em maio de 2015.

O sistema é equipado com luzes LED vermelha, azul e verde para estimular o crescimento de plantas em condições de imponderabilidade e ausência de luz visível.

Apesar de que as flores de zinnia não são comestíveis, a equipa da EEI escolheu esta flor para entender melhor o processo de cultivo de plantas no espaço, conforme disse o gestor do programa da NASA, Trent Smith, do Centro Espacial Kennedy na Florida.

“O cultivo de plantas de zinnia ajudará a avançar o nosso conhecimento de como as flores e as plantas comestíveis que frutificam, como o tomate, devem ser cultivadas e consumidas no espaço com o uso do sistema Veggie, um jardim em órbita”, disse Smith.

Fonte: Sputniknews

quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

NASA cria força-tarefa para lidar com asteroides que possam bater na Terra


A NASA formalizou na semana passada um grupo de trabalho voltado para detecção e acompanhamento de NEOs (near-Earth Objects, ou objetos que passam perto da Terra). A equipe terá o objetivo de identificar e verificar as rotas de tais objetos, além de coordenar respostas a possíveis ameaças de impacto.

O grupo de trabalho em questão se chamará Planetary Defense Coordination Office (PDCO, algo como escritório de coordenação de defesa planetária). O programa dedicado ao rastreamento de NEOs já existia; esse ano, porém, o governo norteamericano já dedicou US$ 50 milhões do orçamento da NASA para esse grupo de trabalho - um valor mais de 10 vezes maior que o dedicado a essa atividade em 2010.

Encontrando asteroides

para detectar asteroides e outros objetos que passam perto da Terra, cientistas da NASA usam uma série de telescópios infravermelhos espalhados pelo planeta. Uma vez detectados, os NEOs têm seu trajeto analisado por uma equipe, e a informação é armazenada em monitorada em um centro da NASA em Pasadena, na California.

A NASA já conseguiu detectar mais de 90% dos NEOs com mais de um quilômetro de tamanho. Agora, porém, a agência espacial dos Estados Unidos está focando em objetos de até 140 metros (um pouco maiores que um campo de futebol), que ainda podem ser perigosos para o planeta no caso de um impacto.

Para os interessados, a agência espacial possui um widget que pode ser instalado em computadores que mostra quais são os asteroides mais próximos da Terra e disponibiliza os dados de todos os NEOs conhecidos. As instruções para instalar o widget podem ser vistas aqui.

Estratégias de defesa

Outro objetivo da PDCO será avaliar maneiras de alterar o curso de NEOs que estejam em rota de colisão com o nosso planeta. Com esse objetivo, a NASA planejou a Asteroid Redirect Mission (missão de redirecionamento de asteroides), programada para 2020, que testará a possibilidade de se alterar o curso de um asteroide usando a massa de outro objeto grande para influenciá-lo gravitacionalmente.

Além dele, a NASA também possui, em parceria com a agência espacial europeia, o Asteoid Impact and Deflection Assessment (AIDA, ou avaliação de impacto e deflecção de asteriores). Esse projeto estudará a viabilidade de se utilizar um impacto ou explosão para mudar o curso de asteroides que ameacem o planeta.
Fonte: OlharDigital