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sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

ALERTA: Há 60 jogos Android infectados na Google Play

O Android é um sistema operativo móvel que frequentemente se vê exposto a problemas de segurança graves. Por mais mecanismos de segurança que se implementem, as “pragas” acabam por se infiltrar no sistema, fazendo até uso dos “componentes oficiais”, como é o caso da Google Play, que fazem parte do ecossistema Google.
Desta vez um grupo de investigadores descobriu que existem 60 jogos Android infectados na Google Play com o trojan Android.Xiny.

Ao todo são mais de 60 os jogos que foram publicados por cerca de 30 developers diferentes (inc. Conexagon Studio, Fun Color Games, BILLAPPS, entre outros) e que ainda atualmente na loja de aplicações do Android.
De acordo com um relatório da empresa Dr.Web’s s, os jogos agora identificados incluem um trojan denominado de Android.Xiny, que consegue “despejar publicidade” no sistema, receber comandos por parte dos cibercriminosos e roubar várias informações do dispositivos, como é o caso do nome do operador, endereço MAC, versão do sistema operativo, tipo de cartão de memória, IMEI, etc.
ALERTA: Há 60 jogos Android infectados na Google Play

Android.Xiny, o trojan que vem nas imagens

De acordo com as informações dos investigadores da Dr.Web, este trojan vem escondido (usando técnicas de estenografia) em imagens PNG, o que dificulta imenso a sua detecção.
Atualmente a Google ainda não removeu os jogos que incluem esta praga e não há, até ao momento, qualquer indicação nesse sentido. A par dos jogos, alertamos também para a existência 13 aplicações igualmente infectadas, mas com o malware Brain Test. É caso para dizer que a loja de aplicações a Google está toda “minada”.
Fonte: PPLWare

sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

Android rendeu US$ 31 bilhões à Google desde sua estreia em 2008.


Google distribui o sistema operacional Android gratuitamente, o que permite que toda e qualquer pessoa ou empresa possa usá-lo como quiser. Há duas maneiras com que a Google consegue ganhar dinheiro com o Android: uma é através de anúncios em apps gratuitos e a outra é a receita vinda com a venda de conteúdos da Play Store. Dos quais uma porcentagem é compartilhada com os desenvolvedores e as operadoras de telefonia móvel.
No entanto, quando Google anuncia seus lucros a cada trimestre, eles não nos informam o quanto conseguem lucrar com o Android, onde incluem uma série de outros serviços e produtos que eles também oferecem. Muitos deles são agrupados, o que acaba dificultando saber se o robozinho é um sistema rentável para a empresa, mesmo sendo gratuito. Mas graças a um advogado da Oracle que analisou todos os dados apurados com a rentabilidade do Android desde que ele foi lançado pela Google em 2018, finalmente podemos saber o quanto a gigante das buscas já lucrou.
Atualmente, Oracle e Google estão em tribunal, e na semana passada o advogado da Oracle anunciou alguns números em relação a quanto o Android tem feito para a Google. A gigante das buscas tentou fazer com que o juiz não divulgasse tal informação, mas tal pedido acabou sendo negado. Acontece que o Android tem impulsionado uma receita de nada menos de U$$ 31 bilhões desde 2008. De toda esta grana gerada, US$ 22 bilhões foram direto para os cofres da Google.
Enquanto anúncios ainda são o maior componente das suas receitas e lucros, este ainda é um número muito grande para a empresa, ao longo de 7 anos. O raciocínio por trás disso em ser relevante para o caso é que, Google está sendo acusada de usar o Java da Oracle para desenvolver o Android sem pagar por isso. Nós já comentamos uma notícia que informa que o Android N verá a morte de Java, que está previsto para ser anunciado no Google I/O em maio.
Esse processo entre Google e Oracle vem rendendo desde 2011. Mas agora a Oracle tem alargado as suas reivindicações para cobrir as versões recentes do Android, buscando um aumento na multa a ser aplicada de US$ 1 bilhão, alegando que Google deve pagar por usar código da empresa em seu sistema sem a devida permissão. E Google não está muito feliz com o fato de esta informação ter se tornado pública, pois poderia "ter efeitos negativos significativos sobre os negócios da empresa".
Fonte: TudoCelular

terça-feira, 19 de janeiro de 2016

Google libera códigos promocionais na Play Store.

Boneco do sistema Android: notícia é boa para os desenvolvedores, mas traz consigo alguns detalhes que podem não agradar tanto assim

Atendendo a pedidos de seus programadores, o Google finalmente liberou o uso de códigos promocionais na Play Store.
A partir de agora, os desenvolvedores utilizarão os promo codes para presentear os usuários com descontos em compras dentro da loja de aplicativos, por exemplo.
Essa é uma demanda que já vinha sendo discutida por quem cria apps para o Android há algum tempo.
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A Apple Store, principal concorrente do Google no segmento, já estava um passo a frente da Play Store com relação aos códigos promocionais, permitindo que os clientes iOS pudessem ser premiados desta forma.
A notícia é boa para os desenvolvedores, mas traz consigo alguns detalhes que podem não agradar tanto assim esses profissionais.
O Google estabeleceu alguns limites para o uso do recurso, como uma quantidade máxima de 500 códigos a serem distribuídos a cada três meses.
Caso a cota não seja completamente utilizada, a quantidade de codes que restarem não é cumulativa para o trimestre seguinte.
A validade dos códigos deve ser definida pelos seus desenvolvedores. Caso a data não seja definidade, os codes ganham uma duração de um ano.
Fonte: Exame