Páginas

Mostrando postagens com marcador IMEI. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador IMEI. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

Games Android hospedados na Google Play continham código malicioso

Mais de 60 jogos tinham funcionalidade parecida com Trojan que permitia baixar e executar código malicioso escondido “dentro” das imagens
Cerca de 60 games Android abrigados na loja de apps do Google tinham uma funcionalidade parecida com Trojan que permitia baixar e executar um código malicioso escondido “dentro” das imagens.
Os aplicativos nocivos foram descobertos por pesquisadores da empresa russa de antivírus Doctor Web e foram reportados ao Google na semana passada. Os pesquisadores apelidaram a nova ação de “Android.Xiny.19.origin”.
Os apps maliciosos eram uma ocorrência comum na Google Play até há alguns anos quando o Google implementou controles mais rigorosos. Isso incluiu uma varredura automática chamada Bouncer que usa detecção baseada em emulação e comportamento.
No entanto, passar pela detecção Bouncer não é algo impossível, mas é difícil o suficiente para manter longe a maioria dos criadores de malware.
Atualmente, a maioria dos Trojans para Android são distribuídos através de lojas de apps de terceiros, tendo alvo usuários que permitiram a instalação de apps de “fontes desconhecidas”. 
No entanto, os autores do “Android.Xiny.19.origin” parecem ser mais determinados. Os games com Trojan são funcionais, mas no background eles coletam informações dos dispositivos atingidos. 
Essas informações incluem o IMEI do telefone, endereço MAC, a operadora móvel, país de origem, configurações de linguagem, versões do sistema operacional, entre outras. 
Os cibercriminosos também conseguem instruir os apps para entregar anúncios, instalar e deletar silenciosamente apps caso o acesso à raiz estiver habilitado no telefone e lançar APKs (Android application packages) que estão escondidos nas imagens.
Esta última funcionalidade, que usa esteganografia, é a característica mais interessante do malware e torna mais difícil para detectar o código malicioso.
“Ao contrário de criptografia que é usada para informações de origem, o que pode levantar suspeitas, a esteganografia é aplicada para ocultar informações secretamente”, disse um dos pesquisadores da Dr. Web em um blog. 
“Criadores de vírus presumivelmente decidem complicar o procedimento de detecção esperando que analistas de segurança não prestem atenção a imagens benignas”, completou. 
Fonte: IDGNow

sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

Leitor de digitais no Android tem algum efeito contra ladrões?


Ladrões de celular estão fazendo a limpa, tanto em cidades grandes quanto em cidades pequenas, em todo o mundo. Por isso, várias fabricantes têm se esforçado para tonar a prática menos compensativa. A Apple, por exemplo, com as últimas versões do iOS e com o Touch ID, praticamente torna um iPhone roubado um peso de papel. Já no lado verde da força, aparelhos Android com leitores de digitais estão tão vulneráveis quanto sempre foram nessa situação.
Claro que uma impressão digital impede que o ladrão consiga acessar o sistema e ajuda a proteger suas informações sigilosas, como fotos, vídeos, contatos e muito mais. É praticamente impossível para um criminoso qualquer burlar a segurança e invadir seu celular. Contudo, ele pode fazer o famoso hard reset, apagar tudo, inclusive o seu cadastro de impressões digitais, e, com isso, ter um celular limpinho para usar ou vender.
Aberto demais?
Isso acontece pelo fato de o Android ser um sistema operacional muito aberto. Na maior parte dos casos, isso é bastante positivo, dando muito mais controle ao usuário Android sobre o seu aparelho do que um usuário iOS jamais sonhou em ter. Contudo, ao passo que isso ajuda, também atrapalha quando o crime está envolvido.
Depois de um hard reset, o aparelho Android volta para suas configurações de fábrica e fica impossível de ser rastreado pelo dono através do Gerenciador de Dispositivos da Google. A única coisa que você pode fazer é bloquear o IMEI ligando para sua operadora. Dessa forma, o celular não consegue mais se conectar a nenhuma rede celular no Brasil.
Contrabando
Mesmo com isso, existe a possibilidade de o smartphone ser contrabandeado para outros países, como o Paraguai, e ser utilizado por lá, uma vez que, teoricamente, o bloqueio de IMEI da Anatel só tem efeito dentro das nossas fronteiras nacionais.
Infelizmente, não há muito o que fazer para impedir que ladrões lucrem a partir de celulares Android roubados, mas a Google poderia trabalhar em algum tipo de bloqueio definitivo que impedisse qualquer pessoa de fazer o hard reset.
O pessoal do PhoneArena já até sugeriu o cadastramento de um PIN específico, mas nós do TecMundo achamos mais fácil vincular isso à Conta Google do dono. Dessa forma, ele não precisaria guardar mais uma senha diferente. Outra possibilidade seria algum tipo de cálculo feito pela Google através do IMEI do aparelho.
Correndo por fora, temos iniciativas como a da Samsung, que já possui o "bloqueio de reativação" em alguns modelos, o que impede criminosos de realizarem o hard reset. Apps antirroubo, como o Cerberus, também já oferecem algo parecido.

FONTE(S)

IMAGEN(S)